Uma Vida Injusta

 

 

 

Uma Vida Injusta

 

 

 

 

 

Sei que a vida é injusta

Sei que eu cresci

Mas queria vê-la

Com olhos de guri.

Acordo de manhã

Respiro fundo

Sinto o cheiro do mundo

Se pudesse acabar

Com a violência

Mudaria no homem  sua convivência

 

 

 

Gosto de brincar

Gosto de viver

Mas tenho que mudar para não morrer.

A vida me oferece do bom, de tudo

Mas o tudo que eu tenho

É pouco para o mundo.

Eu paro pra pensar

Não me vêm pensamentos

Tudo que me vem

É um sofrimento.

Tudo que eu mais quero nessa vida

É ver o homem 

Sem pensar em briga.

 

 

 

 

 

 

Graziele Tomé

12 anos- 6.a série - 1999

E.E.Prof.a Esmeralda Becker Freire de Carvalho

 

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