O
Medo
Ímpetos
momentâneos surgem
De
querer buscar o
novo
Mas
é passageiro.
Porque
o medo armazenado ressurge
Com
força total mostrando
o seu supremo poder.
Lutas
e mais lutas, mas não adianta.
O
além do horizonte vai desaparecendo,
Apagando-se,
morrendo...
Tentativas
são feitas
Mas
nada impede esse todo poderoso.
As
forças fogem diante de
tudo que vê e sente.
Não
insistem.
Não
gritam, não imploram ...
Contentam-se
e entregam-se facilmente.
Esperar
outros momentos, é o
que resta.
Valdomiro
Rolim da Costa
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